sexta-feira, 26 de maio de 2017

A quem interessa a atual crise política brasileira?



(Resumo) 

"A quem interessa a atual crise política brasileira?"


Por três décadas, o país foi sendo arrastado pelas vias da esquerdização, culminando nos treze anos de governo do Partido dos Trabalhadores, em que viu seus princípios fundamentais serem sistematicamente violados e enxovalhados. 
A nação foi submetida a verdadeira demolição em todos os campos, desde o psicológico e moral –destruição da família pela ampliação do aborto, pela propagação da ideologia de gênero e pela equiparação do casamento às uniões antinaturais, — até o econômico-social, ou seja, entraves à propriedade privada e à livre iniciativa, por uma velada estatização da economia, do ecologismo radical, pelo favorecimento da luta de classes, e condenação das massas à inação pelo populismo.
Depois desse longo trauma, o país começava a dar mostras alentadoras de soerguimento, de recomposição em meio aos destroços das instituições. Libertado da tirania vermelha, via desfraldar-se de novo seu pendão verde-amarelo, apontando outra vez para um futuro promissor.
Entretanto, com o alarde midiático repentino de denúncias da maior gravidade direcionadas ao chefe do Estado, seu soerguimento se vê uma vez mais ameaçado.
No último dia 24/05/2017 militantes esquerdistas invadiram, depredaram e incendiaram alguns andares de prédios de alguns Ministérios na Esplanada em Brasília. Foto: G1
A quem interessa consumar a obra da demolição, lançando o país no caos e na anarquia?
É singular a precipitação com que mídia, políticos oportunistas e mesmo juristas e instituições de renome pedem a imediata destituição do atual governo, com base em acusações ainda não devidamente analisadas, sendo a principal delas feita em circunstâncias no mínimo suspeitas.
Sem entrarmos no mérito da acusação, desejamos chamar a atenção sobre a necessidade de se tomarem decisões com serenidade, sem correria nem atropelo dos princípios fundamentais de justiça.
O Brasil ordeiro e pacífico desconfia desse açodamento político-mediático, propugnador de medidas traumáticas, alimentado por uma esquerda rancorosa que não consegue embair o povo com a bandeira da luta de classes tão contrária à nossa índole.
Neste terceiro centenário do descobrimento da imagem da Virgem-Mãe Aparecida, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, e com ele os milhões de brasileiros,  suplicamos à Nossa Padroeira se digne velar maternalmente pela Terra de Santa Cruz, para que ela cumpra integralmente os desígnios da Divina Providência.



Monarquia = respeitabilidade e estabilidade



A restauração da monarquia

Flavio Saliba Cunha

O que se segue parecerá, a muitos, o resultado de um delírio conservador. Trata-se, no entanto, de mera conjectura sobre uma alternativa para superação da crise que a delirante vida política nacional nos impõe: a da restauração da monarquia parlamentar.
Tomem essa sugestão menos como uma simpatia anacrônica pelo ritualismo e pela pompa das velhas famílias reais que habitam o imaginário popular do que como simples provocação.


Os acontecimentos dos últimos dias agravaram a crise política nacional, a ponto de se falar de um vácuo de poder que põe em risco nossa frágil democracia, nossa cambaleante economia e, mesmo, a convivência social civilizada. O eventual afastamento do presidente Temer gera um cipoal de problemas a sua sucessão. Preceitos constitucionais, processuais e morais inviabilizam a posse daqueles que, embora situados na linha sucessória, devem contas à Justiça.

O noticiário aventa soluções tais como a de empossar a presidente do STF para cumprir o resto do atual mandato presidencial, o que me parece uma sábia solução de emergência. Já o apelo oportunista por “diretas já”, orquestrado por sindicalistas, estudantes e partidos de esquerda, caso atendido, representaria um retrocesso sem precedentes, posto que não há à vista lideranças capazes de preencher os requisitos indispensáveis a um chefe de nação.
Outra possibilidade seria a eleição indireta de um civil, mas desconheço o ilustre brasileiro que pode ser alçado, de imediato, à condição de presidente da República aprovado por parlamentares desprovidos de legitimidade perante a opinião pública.
Finalmente, se a opção pelo regime parlamentarista tem sido, insistentemente, apontada como a solução ideal para a governabilidade e a estabilidade das instituições, por que não cogitar sobre uma eventual restauração da monarquia parlamentar? Afinal, tivemos uma história de quase cem anos de monarquia que em nada fica a dever à experiência republicana, que, aliás, resultou de um golpe perpetrado, por motivos torpes, pelo marechal Deodoro da Fonseca.
Não sou historiador, muito menos um estudioso da monarquia, desconhecendo, portanto, o perfil do herdeiro do trono do Brasil. Vale considerar, no entanto, que perante o resto do mundo a volta à monarquia, aparentemente esdrúxula e extemporânea, pode sinalizar para a maior respeitabilidade e estabilidade de nossas instituições políticas e econômicas.

Talvez não seja mera coincidência o fato de países democráticos, politicamente estáveis e ricos, como o Reino Unido, a Holanda, a Noruega, a Dinamarca, o Japão e a Espanha, serem monarquias em que os soberanos mandam pouco, mas funcionam como esteios da estabilidade das instituições nacionais. O primeiro-ministro, democraticamente eleito, incumbe-se de exercer as funções afetas a quem governa de fato.

Fonte: "O Tempo"

JBS: campeão internacional do calote



O calote do século

Por Eliane Cantanhêde - OESP

Antes que a gente se esqueça, Joesley Batista, da JBS, que já foi um dos “campeões nacionais” do BNDES, é agora campeão internacional do calote, um calote não numa pessoa, numa empresa ou num banco, mas num país inteiro. Um país chamado Brasil, onde não sobra ninguém para contar uma história decente e abrir horizontes.

Enquanto amealhava R$ 9 bilhões do BNDES, mais uns R$ 3 bilhões da CEF, mais sabe-se lá quanto de outros bancos públicos nos anos beneficentes de Lula, Joesley saiu comprando governos, partidos e parlamentares. Quando a coisa ficou feia, explodiu o governo Temer, a recuperação da economia e a aprovação das reformas, fez um acordo de pai para filho homologado pelo STF e foi viver a vida no coração de Nova York.

O BNDES, banco de fomento do desenvolvimento nacional, foi usado para fomento de empregos, fábricas e crescimento nos Estados Unidos, onde Joesley e o irmão, Wesley, usaram o rico e suado dinheirinho dos brasileiros para comprar tudo o que viam pela frente. Detalhe sórdido: os frigoríficos que adquiriram lá competem com os exportadores brasileiros de carne. Uma concorrência para lá de desleal. 

Eles se negam a pagar os R$ 11 bilhões do acordo de leniência com a PGR, até porque o dinheiro público camarada do Brasil foi usado para sediar 70% dos negócios nos EUA, 10% em dezenas de outros países e só 20% no Brasil. Se esses procuradores encherem muito a paciência, eles jogam esses 20% pra lá, fecham as portas e esquecem a republiqueta de bananas.

Além de sua linda mulher (como nos clássicos sobre gângsteres), Joesley levou para a grande potência seu avião Gulfstream G650, de 20 lugares e US$ 65 milhões. Também despachou num navio para Miami seu iate do estaleiro Azimut, de três andares, 25 lugares e US$ 10 milhões. Quando enjoar de Nova York, vai passar uns tempos nos mares da Flórida.

Enquanto arrumava as malas, Joesley aplicou US$ 1 bilhão no mercado de câmbio, fez megaoperações nas Bolsas e ficou aguardando calmamente o Brasil implodir no dia seguinte, para colher novos milhões de dólares. E deixou para trás sua vidinha de açougueiro no interior de Goiás, uma sociedade pasma e um monte de interrogações.

Por que, raios, Lula e o BNDES jorraram tantos bilhões numa única empresa? Joesley podia usar o dinheiro com juros camaradas e comprar aviões e iates para uso pessoal? Os recursos não teriam de gerar desenvolvimento e emprego para os brasileiros? E, se o seu amigão (como dos Odebrecht) era Lula, a JBS virou uma potência planetária na era Lula e se ele diz que despejou US$ 150 milhões para Lula e Dilma Rousseff no exterior, por que Joesley, em vez de gravar Lula, foi direto gravar Temer?

Mais: como um biliardário, que adora brinquedos caros e sofisticados, partiu para uma empreitada de tal audácia com um gravadorzinho de camelô? Como dar andamento e virar o País de ponta-cabeça sem uma perícia elementar na gravação? Enfim, por que abrir monocraticamente um processo contra o presidente da República? E, enquanto Marcelo Odebrecht conclui seu segundo ano na cadeia, já condenado a mais de 10 anos, os Batista estão livres da prisão, sem tornozeleira e sem restrição para sair do País.

Nada disso, claro, significa livrar Aécio ou Temer, que tem muchas cositas más a explicar, como R$ 1 milhão na casa do coronel amigo, R$ 500 mil da mala do assessor Rocha Loures, um terceiro andar do Planalto onde assessores só produziam escândalos.

A sociedade, porém, reage mal ao final feliz dos Batista. A não ser que não seja final ainda, pois a homologação do STF é uma validação formal, mas cabe ao juiz, na sentença, fixar os benefícios da delação. Em geral, o juiz segue os termos do acordo original, mas não obrigatoriamente, e pode haver, sim, fixação de penas. Oremos, pois!



quinta-feira, 25 de maio de 2017

Socialismo e estatismo = corrupção


Estatismo e corrupção


Ney Carvalho


A história brasileira não conhece episódios de corrupção endêmica como aos que hoje assistimos, nem no Império nem na República Velha. Ambos foram regimes em que o Estado se mantinha alheio aos negócios e à vida privada. A origem da corrupção é claramente identificável.

O crescimento da influência estatal sobre a economia nasceu na ditadura Vargas nos anos 1930. Vargas foi o principal responsável pelo aumento do poder do Estado mantido, inexplicavelmente, pelos regimes liberais que se sucederam após sua destituição.

Naqueles tempos foi uma constante a criação de repartições públicas como autarquias, conselhos, departamentos, inspetorias, institutos e, sobretudo, empresas estatais. Surgiram a Vale do Rio Doce e a Siderúrgica Nacional. De um dos presidentes da primeira dizia-se que havia bebido o rio, comido o doce e deixado um vale no caixa

A segunda chegou aos anos 1990 inadimplente com 44 bancos e fornecedores diversos, além de todos os impostos e contribuições. Tinha linhas de produção paralisadas por falta de insumos, e foi possível reduzir o quadro funcional em um terço do efetivo. Essas duas empresas foram salvas da onda de corrupção atual pelas privatizações.

As companhias lançadas no mandato de Vargas entre 1951 e 1954, Petrobras, BNDES, e Eletrobrás não foram privatizadas e estão hoje em todos os cardápios de corrupção, prejuízos, delações premiadas e demais mazelas a que temos assistido.

O poder quase absoluto do Estado sobre a economia está na raiz da corrupção. Ela atinge todos os contribuintes e, portanto, a coletividade, pois é ela que pagará a conta. Quanto mais ascendência o Estado tiver sobre a economia, mais corrupção existirá na sociedade respectiva

E o Brasil é vítima evidente do estatismo criado nos anos Vargas, mantido nas etapas posteriores, inclusive no regime militar, e exacerbado no período lulopetista.


É escritor e historiador

terça-feira, 23 de maio de 2017

Terra boa, políticos péssimos e nossa segunda safra anual



 A safrinha cresceu e agora se chama 
segunda safra

Espíritos arrojados — entre familiares e amigos, sobretudo no meu Paraná —, se lançaram numa aventura, tachada à época por muitos de extravagante. Tratou-se da erradicação do café no norte do estado para se plantar basicamente milho e soja de verão, deixando a terra, após a colheita, coberta com a palhada, cuja fertilidade encantava pragas como o picão e o carrapicho.

Alguns produtores se arriscaram, empreendendo um segundo plantio anual, o qual mais tarde passou a ser chamado de safrinha. Lembro-me de um desses desbravadores que, satisfeito com os resultados, ousou mais. Conseguiu no Paraguai um container de trigo mexicano adaptado ao clima quente, e o transportou pouco a pouco em seu monomotor até Londrina, onde iniciou o plantio na região.

Alguém dirá: “Mas como ele conseguiu adquirir esse trigo no Paraguai e levá-lo para o Paraná?” Confesso não saber. Mas, ainda que o tenha conseguido passando por cima do controle estatal brasileiro, o risco do jogo valeu e vem valendo a vela.

Uma vez semeado, o trigo rendeu cem por um, o que levou os burocratas de Brasília a registrarem a semente para pesquisa. Ato contínuo, a Embrapa e o Instituto Agronômico de Campinas tomaram a bandeira. E hoje temos trigo plantado no inverno, cuja qualidade é igual ao do europeu e argentino. Só ainda não somos autossuficientes em razão da burocracia e da desoneração do trigo importado.

Pluricentralizadores e pontificadores, os governantes brasileiros vêm de se tornando tão ou mais plenipotenciários que os faraós do Egito — míseros faraós, que poderão se mexer na sepultura em sinal de protesto pela comparação! Afinal, enquanto o grande e sábio José do Egito governou, ele forneceu ao seu povo trigo em abundância nos sete anos das vacas magras, conforme o relato bíblico.

Já os “faraós” do PT fizeram o contrário: dilapidaram tudo. Deixaram vazios os silos e desestruturado o País, levando à paralisação da economia e ao consequente desemprego de 14 milhões de brasileiros! Eis o grande “feito” dos desgovernos petistas em relação ao Brasil e aos que necessitam trabalhar.

* * *

Devido aos novos entraves à plantação de trigo, bem como à possibilidade de demanda ou de excesso de produção do cereal, nosso criativo produtor começou a plantar milho. Novas variedades híbridas e precoces foram desenvolvidas pela Embrapa e pelo setor privado, dando início à produção em escala da segunda safra. A cevada, a aveia, o feijão e outras culturas de inverno vieram atrás.

Assim, não só a terra ficava com cobertura vegetal, mas também a palhada e o adubo remanescentes da safra de verão faziam vicejar o novo plantio, com a vantagem de inibir as pragas e evitar a erosão do solo. Vale a pena lembrar que a atividade rural não se resume apenas ao cultivo de grãos; nesse período é que se realiza o grosso da colheita da cana-de-açúcar, da laranja e outras frutas.

As baixas temperaturas que fazem secar o capim indicam a hora de abater o gado. Os frangos em galpões aquecidos continuam crescendo. Em todas as feiras agropecuárias que se realizam surge um novo termo no glossário da produção agropecuária. A mais recente é que não se fala mais em safrinha, mas de “segunda safra”. Pudera! Tão-só o milho produzido nela ultrapassa as 70 milhões de toneladas, que somadas às da primeira atingem 100 milhões de toneladas.

O resultado alcançado hoje catapultará a safra 2016/17 para 230 milhões de toneladas de grãos. O ex-ministro da agricultura (1974-1979), Alysson Paulinelli, considerado o “pai da Embrapa”, declarou com ufania em recente palestra no AgriShow de Ribeirão Preto: “Estamos partindo para a terceira safra em um ano”, mostrando que em várias regiões do Brasil isso já é realidade. Por exemplo, nos mais de seis milhões de hectares irrigados; nas plantações de frutas no vale do Rio São Francisco, no Ceará e no Rio Grande do Norte; e em outras regiões favorecidas por chuvas que precedem as frentes frias de inverno.

Nos fóruns realizados pelas grandes feiras agropecuárias, como os Agrishows (feiras de tecnologia agropecuária) de Cascavel, Não-Me-Toque, Ribeirão Preto, Rio Verde, e ainda nas exposições mistas como a de Londrina, Maringá, Goiânia, Campo Grande, além das especificamente pecuárias, como a Expozebu de Uberaba, pudemos constatar que já alimentamos mais de 1 bilhão e 200 milhões de pessoas mundo afora.

O ano de 2017 passará certamente para a História do Brasil como o ano deste upgrade conseguido pela nossa agricultura, pois a partir de agora a ‘safrinha’ deu lugar à ‘segunda safra’. Atingiremos o recorde na produção de grãos com cerca de 230 milhões de toneladas. Ademais, são milhões e milhões de pessoas que se alimentam com nossas proteínas de origem animal.

No primeiro quadrimestre do corrente ano as exportações do agronegócio atingiram o recorde de US$ 29.185.249.178 (em torno de 95 bilhões de reais), tornando superavitária em 21 bilhões e 380 milhões a balança comercial. E não é tudo, pois a safra de cana-de-açúcar e de álcool apresenta muito boas perspectivas. Com a super-safra, a previsão de nosso PIB subiu de 0.5% para 0.7%.

As vendas de máquinas, equipamentos e caminhões para a agropecuária aumentaram 20% em relação ao mesmo período do ano passado. Outro aspecto muito alvissareiro é que elas já geraram mais de 20 mil empregos novos só na agropecuária, pois ainda não dispomos dos dados do conjunto do agronegócio. Serão mais de 600 bilhões de reais do valor bruto da produção que, despejados no mercado, ajudarão o reaquecimento da economia.

Mérito de quem? Do produtor rural, que alheio à gatunagem da máfia governamental do “circo de Brasília”, continuou cuidando da lavoura e do meio-ambiente, plantando e colhendo incansavelmente.

Não posso fechar esta matéria sem reverenciar a memória de Plinio Corrêa de Oliveira, este inesquecível batalhador que sem jamais possuir um palmo de terra, lutou desde a década de 1950 com a combatividade do leão que portava em seu peito e nos estandartes da TFP por ele fundada, para que a Reforma Agrária socialista e confiscatória não fosse implantada no Brasil.

E o pouco que se fez entre nós dessa famigerada reforma — que transformou as áreas desapropriadas em verdadeiras favelas rurais — serviu para ilustrar quanta razão tinha esse grande brasileiro ao qual a História um dia fará jus.


Lembro que em todos os países onde a Reforma Agrária foi implantada, seus habitantes colheram apenas miséria e desolação, pois tal reforma foi sempre uma bandeira de luta comunista. 

No terceiro centenário da “pesca milagrosa” de Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, peçamos-lhe que se apiede de todos nós e continue a velar pela nação a Ela consagrada.

ABIM

Pânico por falta de água doce?



Descoberta “exorciza” pânico pela falta de água doce





Mais um pesadelo tramado nos laboratórios do ambientalismo neocomunista parece ter-se felizmente desfeito à luz do sol: pesquisadores da Universidade de Manchester, no Reino Unido, excogitaram uma “peneira” de óxido de grafeno [ilustração acima] que filtra o sal da água do mar a baixo custo, em escala industrial, explicou a BBC. 

Assim poderá ser resolvido um dos grandes problemas de certos países — a escassez de água doce —, desmentir o ambientalismo e confirmar o plano divino de os homens se multiplicarem ocupando toda a Terra.

Fonte: ABIM




segunda-feira, 22 de maio de 2017